Vivendo a Caridade na Prática Segundo Allan Kardec
Fora da caridade não há salvação
Estes princípios, para mim, não são apenas uma teoria, eu os coloco em prática; faço o bem tanto quanto o permite a minha posição; presto serviço quando posso; os pobres jamais foram rejeitados em minha casa, ou tratados com dureza; a todo momento não foram sempre recebidos com a mesma benevolência?
Jamais lamentei meus passos e minhas deligências para prestar serviço; pais de família não saíram da prisão pelos meus cuidados? Certamente não me cabe fazer o inventário do bem que pude fazer; mas, num momento em que parece tudo esquecer-se, é-me muito permitido, creio, chamar à minha lembrança que a minha consciência me diz que não fiz mal a ninguém, que fiz todo o bem que pude, e isso o repito sem pedir conta da opinião; sob esse aspecto, a minha consciência está tranqüila e de alguma ingratidão com a qual pude ser pago, em mais de uma ocasião, isso não poderia ser para mim um motivo para deixar de fazê-lo; a ingratidão é uma das imperfeições da Humanidade, e como nenhum de nós está isento de censuras, é preciso saber passar aos outros pelo que se nos passa a nós mesmos, a fim de que se possa dizer, como J. C.: "que aquele que está sem pecado, lhe atire a primeira pedra."
Continuarei, pois, a fazer todo o bem que puder, mesmo aos meus inimigos, porque o ódio não me cega; e eu lhes estenderia sempre a mão para tirá-los de um precipício, se a ocasião disso se apresentasse.
Eis como entendo a caridade cristã; compreendo uma religião que nos ordena retribuir o mal com o bem, com mais forte razão restituir o bem pelo bem. Mas não compreenderia jamais a que nos prescrevesse retribuir o mal com o mal.
(Allan Kardec)
Estes princípios, para mim, não são apenas uma teoria, eu os coloco em prática; faço o bem tanto quanto o permite a minha posição; presto serviço quando posso; os pobres jamais foram rejeitados em minha casa, ou tratados com dureza; a todo momento não foram sempre recebidos com a mesma benevolência?
Jamais lamentei meus passos e minhas deligências para prestar serviço; pais de família não saíram da prisão pelos meus cuidados? Certamente não me cabe fazer o inventário do bem que pude fazer; mas, num momento em que parece tudo esquecer-se, é-me muito permitido, creio, chamar à minha lembrança que a minha consciência me diz que não fiz mal a ninguém, que fiz todo o bem que pude, e isso o repito sem pedir conta da opinião; sob esse aspecto, a minha consciência está tranqüila e de alguma ingratidão com a qual pude ser pago, em mais de uma ocasião, isso não poderia ser para mim um motivo para deixar de fazê-lo; a ingratidão é uma das imperfeições da Humanidade, e como nenhum de nós está isento de censuras, é preciso saber passar aos outros pelo que se nos passa a nós mesmos, a fim de que se possa dizer, como J. C.: "que aquele que está sem pecado, lhe atire a primeira pedra."
Continuarei, pois, a fazer todo o bem que puder, mesmo aos meus inimigos, porque o ódio não me cega; e eu lhes estenderia sempre a mão para tirá-los de um precipício, se a ocasião disso se apresentasse.
Eis como entendo a caridade cristã; compreendo uma religião que nos ordena retribuir o mal com o bem, com mais forte razão restituir o bem pelo bem. Mas não compreenderia jamais a que nos prescrevesse retribuir o mal com o mal.
(Allan Kardec)
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Para mim, um indivíduo é simplesmente isso - um ser humano. Avalio seu mérito com base em suas ações e emoções, jamais pela sua classe social.
Mesmo que alguém pertença ao escalão mais elevado da sociedade, se sua conduta é reprovável, se demonstra egoísmo e descaso pela própria honra, esse alguém é considerado por mim menos digno do que o trabalhador íntegro. Opto por cumprimentar com mais afeto o homem modesto, cuja alma posso escutar, do que o magnata cujo coração se calou. O aperto de mão do primeiro me transmite calor, o do segundo, frieza.
Allan Kardec
Mesmo que alguém pertença ao escalão mais elevado da sociedade, se sua conduta é reprovável, se demonstra egoísmo e descaso pela própria honra, esse alguém é considerado por mim menos digno do que o trabalhador íntegro. Opto por cumprimentar com mais afeto o homem modesto, cuja alma posso escutar, do que o magnata cujo coração se calou. O aperto de mão do primeiro me transmite calor, o do segundo, frieza.
Allan Kardec
Vivendo Intensamente e Colhendo Experiências Perfeitas
Não temo o avançar dos anos, meu receio é que o tempo escorra entre os dedos sem que eu tenha saboreado a essência da existência. Por essa razão, mergulho de cabeça em cada segundo vivido e, como resultado, tenho acumulado memórias perfeitas.
Com o aniversário chegando, só me resta expressar gratidão. Sem lamentos, sigo pontuando minha trajetória com sorrisos e fé inabalável. Acredito que o ápice da vida ainda me aguarda e estou pronta para encarar os desafios que estão por vir.
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Reflexões Sobre o Olhar Alheio e o Autoconhecimento
É curioso como é simples vasculhar a mente alheia, apontar os deslizes alheios, emitir pareceres em dilemas alheios, destacar as falhas dos outros, orientar a prole alheia, criticar as falhas dos pares, emendar os equívocos alheios, sugerir o trajeto correto aos transeuntes, prescrever calma aos aflitos e corrigir os vícios dos que caminham conosco...
Contudo, ao nos perdermos nessa vigilância externa, não somos mais que estudantes que, de forma leviana, esquivam-se da verdade e do aprendizado.
Ao nos desviarmos do autoexame, esquecendo de pôr em prática os ensinamentos elevados que professamos com fé, somos apenas cegos do âmbito íntimo, abandonados na escuridão.
Despertemos em nós mesmos, ativemos nossas forças mais íntimas para que o ensino de Cristo não seja em vão, sem frutos para nossa existência, pois o maior infortúnio para nossa alma eterna é aquele que nos atinge quando a graça divina é desperdiçada por nós!
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Ato Diário de Bondade Nutre o Coração e a Alma
Praticar a bondade diariamente
é um alimento para o coração
e acalenta a alma de quem pratica.
Sinto orgulho em compartilhar que
hoje, e todos os dias, esse gesto
é essencial para o bem-estar.
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Ser grato é ser maior
Ser agradecido é a base do verdadeiro apreço. Ao sermos presenteados, é natural expressar nossa gratidão. E se a gratidão não é inata, devemos nos empenhar para cultivá-la. Com a prática, ela fluirá espontaneamente.
A gratidão transcende a ideia de compensação; ela é pura cortesia. É aquela vontade sincera de dizer "muito obrigado"; é dar um beijo afetuoso no rosto. Significa recompensar cada gesto, cada ação com um caloroso abraço.
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